Crise? Para Lula a culpa são dos Brancos de Olhos Azuis

sábado, 4 de abril de 2009

Lulla disse que a crise mundial é culpa dos "Brancos de Olhos Azuis!.

Danou-se!


Nós vamos invadir o Bessa

quarta-feira, 1 de abril de 2009



Jamais faria texto algum para jogar para galera quando o tema é invasão da orla. Sou contra essa ocupação desordenada e ponto inicial. Essa história do Bessa é conversa para boi dormir mesmo. Diga-me pelo amor de Deus aonde existe “Barraqueiros” no Bessa”?

Sempre fui contra a expulsão de donos de fiteiros praticada por Ricardo Coutinho em toda João Pessoa, fato que lhe rendeu o nome de "Ricardo Quebra Barracas", mas o Bessa amigo velho, não tem nada de Barracas nem Barraqueiros.

Acho sim vergonhoso que essas ditas “barracas” permaneçam loteando o mais público dos espaços: a areia. Aliás, para ser justa, a prefeitura deveria liberar alvarás para a implantação de lojas comerciais, magazines e shoppings nas areias do Bessa, afinal, por que o privilégio se restringe aos bares? Se for para anarquizar em nome do trabalho, vamos transformar o Bessa em comércio e serviços na praia.

Ironia por ironia vamos lutar para que o privilégio seja socializado a diversos segmentos. A praia é espaço público por excelência e não pode ter em suas areias qualquer empreendimento privado. Acho uma vergonha também o Hotel Tambaú e aquele estacionamento em área invadida e explorada por um companheiro petista.

Defendo a construção de pequenos quiosques com cadeiras nas calçadas, jamais na areia, pois o viés ecológico e urbanista que se mostra contrário a essa ocupação é o que existe de mais legítimo nesse debate. Não entendo como vereadores se omitem a esse debate.

Não me venham com essa história de geração de alguns poucos empregos em detrimento do saneamento, do visual e de uma orla democrática. Estou falando das areias do Bessa.

Temos a obrigação de evitar a favelização das praias de João Pessoa, para que a praia não se transforme num bar.

Por outro lado, posso afirmar que “Ricardo Quebra Barracas” não está nem aí para esse debate, ao orientar e impedir uma sessão especial na Câmara Municipal de João Pessoa. Foi-se o tempo que o Mago comemorava seu aniversário na Palhoça da Morena, a última barraca da Praia do Cabo Branco. A praia de Ricardo agora é outra!

Bilhetes assinados por Ricardo Coutinho comprovam esquema de mensalão na Prefeitura

sábado, 28 de março de 2009

EXCLUSIVO PB AGORA – A palavra “mensalão” se incorporou ao vocabulário brasileiro quando escândalo estourado no Congresso Nacional revelou a existência de forte esquema de pagamento de parlamentares e aliados políticos em favor de projetos do Executivo. Infelizmente, o escândalo, que provocou cassações e um extenso processo no Supremo Tribunal Federal, fez escola.



Bilhetes assinados de próprio punho pelo prefeito Ricardo Coutinho (PSB) apontam para um verdadeiro esquema de mensalão, que beneficiou parentes e pessoas ligadas a vereadores da Capital na prefeitura de João Pessoa no início de sua gestão. Todos em papel timbrado da prefeitura e escritos à mão, sob a assinatura “Ricardo Coutinho” ou simplesmente a rubrica “RC”.

Entre os beneficiados, destacam-se o presidente da Câmara de Vereadores, Durval Ferreira (PP), Zezinho do Botafogo (PMDB), Pedro Coutinho (PTB) e João Almeida (PMDB). Não há registro de critérios para concessão das gratificações.

Todo material, recolhido de dentro da Secretaria de Administração do Município com exclusividade pelo Portal PB Agora, inclui ainda autorizações assinadas pelo prefeito Ricardo Coutinho, assegurando garantia de GSEs (Gratificações por Serviço Especial), a pedido de secretários municipais, retroativos para servidores em cargos comissionados.

Em uma dos bilhetes, o prefeito garante uma generosa quantia de R$ 1.600,00 em GSE para a própria irmã, Patrícia Vieira Coutinho, matrícula 41.2929-9, chefe da Secretaria Pessoal.







Apesar das suspeitas, a denúncia de mensalão em João Pessoa somente foi tornada pública, pela primeira vez .pelo ex-secretário de Administração do prefeito, professor Francisco Barreto, em pleno debate da TV Cabo Branco, na campanha para prefeito. No debate na emissora repetidora da Rede Globo, Barreto chegou a anunciar que renunciaria à candidatura se Ricardo provasse o contrário.

Gratificações beneficiaram parentes e pessoas ligadas ao presidente da Câmara e vereadores da situação







Entre tantos, o material obtido com exclusividade pelo PB Agora revela autorizações do próprio punho do prefeito Ricardo Coutinho para o filho do atual presidente da Câmara, Durval Ferreira (PP), e ainda para a esposa do ex-vereador João Almeida, que integrava a base de situação na legislação passada.

Num bilhete só, escrito no papel timbrado da prefeitura de João Pessoa, Ricardo garante gratificação de R$ 1.000,00 para Eudmarco Medeiros de Farias, cunhado de Durval, e ainda R$ 300,00 para Maria do Socorro Lima Ferreira e mais R$ 300,00 para Durval Ferreira Primeiro Neto - esposa e filho do presidente da Câmara.

Para a mulher do ex-vereador João Almeida (PMDB), Leila Luhanda Gomes de Almeida, Ricardo redigiu uma autorização para a Secretaria de Administração do Município acrescentar R$ 1.000,00 de GSE.



Os vereadores Zezinho do Botafogo (PMDB) e Pedro Coutinho (PTB) também foram beneficiados. Num bilhete assinado “RC”, o prefeito autoriza a ampliação da GSE de José Ferreira Neto, assessor de Zezinho, para o astronômico valor de R$ 2.074,00. Já o vereador Pedro Coutinho teve o motorista Joacil Nascimento de Carvalho, matrícula 12.434-6, beneficiado com gratificação de R$ 1.000,00.




O PB Agora teve acesso ainda a contracheque da servidora Maria Nazaré Ferreira da Silva, da Secretaria de Educação do Município, beneficiada com uma gratificação de R$ 1.000,00 cuja autorização, escrita embaixo do documento, determinava a implantação da GSE na “relação do vereador Luciano Cartaxo”, hoje vice-governador da Paraíba. A recomendação, neste caso, entretanto, não leva a assinatura do prefeito.

O prefeito Ricardo Coutinho, que iniciou o primeiro mandato com minoria na Câmara, terminou a primeira gestão à frente da prefeitura de João Pessoa com apenas seis dos 21 vereadores na oposição.



Prefeito autorizou implantação de gratificações retroativas



Além das gratificações para parentes e aliados de vereadores, Ricardo Coutinho se especializou em autorizar, conforme revelam ofícios e bilhetes obtidos pelo PB Agora, pagamentos de GSEs retroativas.

Foi o caso do recado que o prefeito escreveu em ofício assinado pelo jornalista Walter Galvão, ex-secretário de Transparência Pública e atual editor do jornal Correio da Paraíba, solicitando nomeação de Pedro Humberto de Almeida Ruffo na função de Chefe da Divisão de Articulação, Integração e Promoção da Cidadania – DAS 1.

No dia 23 de maio, Ricardo autorizou uma gratificação de R$ 1.500,00 para o servidor ainda não nomeado assegurando pagamento retroativa para 1º de maio.

Em atendimento à ex-secretária de Educação do Município, Elisa Pereira Gonsalves, o prefeito autorizou, no dia 20 de abril de 2005, GSE de R$ 1.000,00 para Francisca Alexandre de Lima retroativo ao dia 1º do mês.

O caso mais escandaloso, no entanto, é registrado em ofício da secretária Douraci Vieira dos Santos, da Coordenação das Mulheres, à Secretaria de Administração do Município. No dia 12 de maio de 2005, o prefeito autoriza implantação de gratificação para servidora Silvia Borges, matrícula 41.548-1, retroativa a 14 de fevereiro.




Luís Tôrres

PB Agora


Maranhão 1,2,3,4,5

terça-feira, 24 de março de 2009

Há três coisas que nunca voltam : a flecha lançada,a palavra pronunciada e a oportunidade perdida. Em 15 de fevereiro de 2002, na Página do então deputado petista Ricardo Coutinho, ele dedicava 5 notas no link "notícias on-line" contra o governo Maranhão. Na verdade, o foco era da CEHAP, precisamente Emília Correia Lima, que hoje é a estrela do Governo RC. Acho que Ricardo exagerava feito Cazuza! Na época, Ricardo deputado, fazia acusações graves contra Drª Emília. Dizia ele:

"A CEHAP está cobrando pelo mesmo tipo de imóvel, prestações com diferença de até 150%. Emília correia Lima, presidente da CEHAP, até agora não conseguiu explicar essa situação altamente comprometedora."

Dep. Ricardo Coutinho


"A CEHAP nem resolveu o problema da inadimplência porque se nega a negociar em bases reais e criou um drama para as famílias que tinham esperança de conseguir um teto. Desta forma, o governo Maranhão descobre um santo para vestir o outro e os dois ficam nus"
Dep. Ricardo Coutinho.



"Agora a CEHAP está querendo expulsar as famílias do acampamento, criando uma situação absurda e inaceitável. Será que esta é a política habitacional do “Mestre de Obras”?"
Dep. Ricardo Coutinho.

"A política que a CEHAP está desenvolvendo no acampamento lembra um pouco os tempos sombrios da ditadura. A Companhia está infiltrando seus “agentes” e tentando cooptar lideranças com benefícios individuais. Desta forma, as coisas ficam ainda mais difíceis. Que coisa feia, Dona Emília Correia Lima!"
Dep. Ricardo Coutinho.

























Dona Emília Correia Lima não era nada disso que o Sr. falava tanto. Uma comunista linda (na época), honesta e que foi pioneira, ao abrir caminho pra você ficar juntinho ao Mestre de Obras. Isso mesmo foi Emília que lançou essa modalidade estilosa de união entre comunistas e latifundiários, entre a esquerda e o Rei do Gado. Por falar em Mestre de Obras, neste mesmo dia, a página do dep. Ricardo Coutinho dava conta que o enérgico deputado, estaria entrando com AÇÃO POPULAR NA JUSTIÇA CONTRA GOVERNADOR MARANHÃO. Esse Mago era o cão chupando manga! Misericórdia!

A Ação de improbidade administrativa era decorrente de promoção pessoal do então Mestre de Obras nas campanhas publicitárias do governo do estado. Para o Mago da época, a justificativa para a ação estaria no uso da expressão “mestre-de-obras”, que ligava diretamente à figura pessoal do governador, publicada em propagandas oficiais. O deputado caceteiro citava, como exemplo, a peça publicitária que divulgava a ordem de serviço da adutora do Sabugí, publicada no dia 14 de Outubro. “Obrigado São José/ valeu pela oração/ e graças ao Mestre-de-Obras vamos ter/ água no sertão”. O Mago ainda exigia a divulgação dos custos de todas as publicidades oficiais.




















Ai que saudade me dá !