Cadê a praça que estava aqui?

quinta-feira, 10 de abril de 2008

" clique na foto para ampliar"


" clique na foto para ampliar"


Na minha santa ignorância, não acredito que em hipótese alguma, o bem público que durante décadas serviu ao povo, seja de uma hora para outro repassado para o nome de particulares. O bem é público. Quem não lembra que durante 40 anos, na bifurcação entre as avenidas Epitácio Pessoa e Ruy Carneiro existiu uma praça com jardim, assentos e uma parada de ônibus naquele local. De uma ora para outra, a praça sumiu, e hoje está sendo erguido em toda aquela área um Posto de Gasolina Pichilau.


João Pessoa começa agora a perceber um novo problema, que tem início e parece não ter fim: o sumiço delas, as PRAÇAS. Como cidadão, e seja lá que esteja PREFEITO, temos que exigir que o poder público comece a reaver territórios perdidos ao longo de décadas. Devemos exigir reintegrações de posse, desapropriações, mandados de segurança, ações civis públicas, seja lá qual for o instrumento

Noto que a maior dificuldade enfrentada pela Prefeitura é mesmo a reintegração. Principalmente quando a ocupação está se consolidando e tudo passa despercebido, ou por omissão ou por descuido de cada cidadão que “tem o dever” de zelar por cada espaço desta cidade. É preciso que, a cada invasão, seja exigida a reintegração de posse ou ação demolitória. Registro aqui minha indignação, e apelo ao Prefeito, ao Curador, aos Promotores, Juizes, ao Vigário, aos vereadores, deputados seja lá quem de direito: devolva aquele espaço que por décadas fez parte da história de cada cidadão e precisa existir para manter urbanisticamente equilibrado aquele espaço que faz parte de nossa cidade.





EM TEMPO: Entrei em contato com a SECOM-JP (às 15:00Hs) e até a publicação desta matéria não recebi nenhuma resposta quanto a minha indagação. Fui até a SEPLAN em Água Fria, e ninguém soube informar de quem é aquela pontinha de terreno. Se por décadas foi do povo, não justifica de uma hora para outra sua demolição para dar lugar a uma passagem de concreto exclusivamente a um posto.

EXCLUSIVO: CENSURADO: Justiça proíbe Sistema Correio divulgar caso Concorde

EXCLUSIVO: (Pode Copiar) O juiz titular da 64ª Zona Eleitoral de João Pessoa, acaba de expedir no final da tarde desta quinta-feira ordem proibindo todo Sistema Correio de Comunicação (emissoras de rádios, Jornal, portal e televisão) de divulgar qualquer informação sobre o Caso Concorde.
A determinação deve ser comunicada por um oficial de Justiça ainda esta noite ou amanhã e prevê multa de R$ 50 mil por cada veículo que divulgar qualquer coisa sobre o Caso Concorde.
Mais notícias a qualquer momento no Blog do Clilson.

Campina Grande em chamas: "Zé Luiz ameaça abrir caixa preta"

quarta-feira, 9 de abril de 2008

As coisas em Campina Grande estão de "vaca desconhecer bezerro", e não se espantem, mas a notícia que eu vou postar agora não foi publicada em um dos portais ou blogs que tem a coragem de denunciar os desmandos praticados pela quadrilha que se apossou da Prefeitura de Campina Grande. Mas, pasmem, pelo site governista www.apalavraonline.com.br , cujo proprietário é ninguém menos do que o dublê de vereador Marcos Marinho. Analisem a manchete: “Zé Luiz deixa Fome Zero e ameaça abrir a boca caso não seja indicado à vice”. É isso mesmo amigos internautas. A traição ampla, geral e irrestrita tem feito estragos e o vice ameaça contar tudo. Aliás, ele sabe muito e poderia apelar para o benefício da delação premiada. Leiam a matéria que transcrevo a seguir:

O vice-prefeito de Campina Grande, José Luiz Júnior (PSC), já não é mais coordenador do Programa Fome Zero no Município. Hoje pela manhã ele confirmou à rádio Correio FM (98.1) que se desincompatibilizou do cargo desde quinta-feira passada, dia três, e espera ter seu nome referendado pelo Conselho Político do prefeito para disputar a reeleição na chapa de Veneziano. Zé Luiz rebateu a informação dada pelo pré-candidato a vereador Miguel Arcanjo (PRB), de que o partido desistira de lhe apoiar e indicava Érico Miranda, secretário de Planejamento, para a disputa pela vice-prefeitura. "Garanto que o PRB vai me apoiar, até porque Érico Miranda não pode legalmente ser candidato, já que não se desincompatibilizou", esclareceu. Apesar de declarar-se certo de ser escolhido candidato à reeleição como vice, na chapa de Veneziano, Zé Luiz surpreendeu os entrevistadores do programa ao revelar, em tom ameaçador, que se por acaso alguém obstacular essa sua legítima aspiração ele iria abrir a boca. "Eu já sei hoje quem provavelmente poderá estar por trás disso", avisou. Para o vice-prefeito, já está mais do que na hora desta decisão, sobre a vice-prefeitura, ser tomada. Mesmo fora do Programa Fome Zero, Zé Luiz disse que continuará trabalhando ativamente pelas ações da coordenação. "Não sou mais coordenador, mas continuo vice-prefeito e estarei orientando e trabalhando pela construção do restaurante popular do Distrito dos Mecânicos e por outros programas que estamos implementando", concluiu.

É esta a matéria publicada no site de Marcos Marinho. O que me leva a dedução de que Marcos Marinho foi orientado por Vital Filho no sentido de queimar o fime de Zé Luiz, ou Marcos Marinho anda querendo asa e Veneziano não quer dá asa a cobra.. Resumindo: só tenho certeza que Zé Luiz em algum momento vai abrir o jogo. Claro, pois ele é jornalista e vai dizer: "vem comigo! Vou abrir a caixa preta da gestão Veneziano". Depois disso, tenho certeza, o "esquema" desmorona. Convoquem essse vice o mais rápido possível para depor na Câmara e no MP. O homem sabe muito...e quer falar, pois vice ele não será.

Deu o Créu em Sapé: Familiares de Luiza se acorretam para receber dívida da Prefeita

terça-feira, 8 de abril de 2008

Deu o créu mesmo em Sapé na manhã de hoje. Maria José da Silva e Manoel Gonçalves da Silva, irmã e cunhado da prefeita de Sapé, Maria Luiza, resolveram se acorrentar a prefeitura da cidade, com o objetivo de receber 13 mil reais. Maria afirmou que espera o pagamento de sete meses de salários e reiterou que durante o tempo em que esteve na prefeitura recebia 1280 reais, enquanto que em seu contra-cheque o salário era de 2.500 reais. “Quando eu era secretária tinha um salário no contracheque de R$ 2.500, mas só recebia R$ 1.280, o restante eu dava a Luiza”, denunciou a irmã da prefeita. O restante da dívida seria supostamente referente a produtos de limpeza que o marido fornecia às secretarias de Educação e de Agricultura. Com suspeita de Dengue, a prefeita não se encontra na prefeitura. Em 2006, os professores da rede municipal fizeram esse tipo de protesto.

Blog do Dércio