Grafite Light, anote ai!

quinta-feira, 6 de março de 2008

" clique na figura para ampliar"

O primeiro acusado foi o governador Cássio ao usar a cor verde em todo estado pintando até carro de polícia. Depois veio o Cabeludo de Campina que pintou meio fio, postes, bigode, o asfalto, as rodas dos carros e os cães que perambulam por Campina. Pra não ficar de fora dessa imbecilidade, o Mago de Jampa meteu laranja em tudo que é público na cidade. A verdade é que os três usam ou usaram cores de campanha para pintar todos os prédios da administração pública como forma de promoção pessoal, caracterizando assim abuso de autoridade e imbecilidade política ao emporcalhar nosso ambiente já demasiadamente poluído.
Ricardo nos próximos dias vai largar de vez com o "Laranja" do Coletivo Girassol e adotar o Garfitte Light nas fardas dos alunos da rede municipal e nos prédios da cidade mais verde do Brasil.
Aos aliados: Comecem a trocar o figurino, pois laranja jamais, já que a Justiça Eleitoral é cega, mas pune de quando em quando!

Presidentes de Venezuela e Equador apóiam criminosos, diz "Post"

Da agência Efe

Os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e do Equador, Rafael Correa, "dão apoio a criminosos que lutam contra a democracia da Colômbia, e o primeiro se mostra cada vez mais irresponsável', diz em texto publicado nesta quarta-feira o jornal americano "The Washington Post".
Em seu editorial, o jornal afirma que a incursão das forças militares colombianas contra um reduto da guerrilha Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano "é comparável às ações lançadas pelos Estados Unidos contra a rede terrorista Al Qaeda, recentemente, nas áreas sem autoridade legal no Paquistão".
A operação também "mostra que o governo democrático da Colômbia está ganhando a luta contra os grupos assassinos que atormentaram o país durante décadas". O jornal qualificou como extraordinária a reação de Chávez, "que, segundo informações, é um simpatizante explícito e possivelmente financia as Farc".
Segundo o jornal, Chávez lamentou abertamente a morte de Raúl Reyes, um dos principais líderes das Farc, e ordenou o deslocamento de tropas venezuelanas à fronteira com a Colômbia, advertindo que é possível uma guerra.
O editorial afirma ainda que Chávez "induziu" seu "cliente", o presidente equatoriano Correa, cuja resposta inicial à incursão (colombiana) tinha sido cautelosa, que imitasse sua reação. Segundo o "Washington Post", "há poucas possibilidades de que tudo isso leve a uma guerra convencional', apesar das "trapalhadas" de Chávez.
"Em sua pressa de distrair a atenção de uma situação econômica dentro da Venezuela, que está se deteriorando rapidamente e de sua derrota em um plebiscito recente, Chávez atua de maneira cada vez mais irresponsável", diz o artigo.

Prefeita de Pirpirituba desvia verbas da Saúde

DEU NO BLOG DO DÉRCIO - www.dercio.com.br

A situação da área de saúde está em fase terminal no município de Pirpirituba. A cidade tem hospital, mas não tem médico. Quando a prefeitura contrata logo eles vão embora por falta de pagamento. E o que é pior: sequer a população tem tido apoio da prefeitura para se deslocar para cidades como Guarabira e João Pessoa. Tem sido cena comum se deparar com pacientes do município pedindo carona ou sem a carona de volta, já que nas vezes que a ambulância do município transporta pacientes acaba quebrando ou ficando pelo caminho por falta de gasolina. O médico Humberto Coelho disse que não sabe o que a prefeita Valdinha e seu esposo Agrício tem feito com o dinheiro que recebem todo mês através de repasses federais. "A verba para a saúde vem, mas eles dão destino ignorado”, acusa Humberto Coelho.

FEDEU: "Curador pede na Justiça anulação de licitação do lixo e vai obrigar EMLUR assumir toda coleta em 120 dias"

quarta-feira, 5 de março de 2008

Parece que a novela do lixo de João Pessoa tem muitos capítulos para rolar. Quando tudo parecia tranqüilo e quase na surdina sem a divulgação do resultado pelos órgãos de imprensa dando conta que no último dia 22 de fevereiro houve habilitação das mesmas três empresas que já fazem o serviço para a Emlur - a Líder, a Limp Fort e a Marquise, o Curador do Patrimônio Público da Capital, o promotor de Justiça Adrio Nobre Leite ajuizou ontem (4) ação civil pública para anular a concorrência da coleta de lixo em João Pessoa e obrigar a Emlur a assumir dentro de 120 dias todo o serviço de limpeza urbana da cidade.

O curador em sua petição solicitou ao juiz da Vara da Fazenda Pública que anule a concorrência pública nº 002/2007 da Emlur. O argumento é que essa licitação seguiu os mesmos moldes da concorrência pública nº 001/2007, cancelada pela Justiça a pedido do vereador Professor Paiva (PSDB).

Dr. Adrio diz que a concorrência pública nº 002/2007 tem valores globais registrados em mais de R$ 139 milhões que serão divididos entre as três empresas no prazo de 48 meses. Além disso, essas empresas vêm prestando serviços à Emlur graças a procedimentos questionáveis adotados desde o governo municipal anterior.

O Curador estranha que mesmo cancelada a primeira licitação, a Emlur abriu uma segunda e, ao mesmo tempo, contratou a Marquise para também fazer a coleta de lixo, mas o fez com dispensa de licitação e com a mesma dispensa, recontratou a Limp Fort e a Líder.

A recontratação sem licitação foi celebrada a partir de 15 de setembro de 2007, por um prazo de 180 dias. Significa que esses contratos expiraram em 15 de fevereiro último. Nesses seis meses, as três empresas faturaram juntas, mais de R$ 13 milhões e 800 mil reais, assim rateados: R$ 5 milhões e quatrocentos mil reais para a Limp Fort, R$ 3 milhões e seicentos mil reais para a a Marquise e R$ 4 milhões e setecentos para a Líder.

Para o curador, a Emlur pode sim assumir paulatinamente todo o serviço de limpeza urbana da Capital, bastando para isso se utilizar de toda a força de trabalho de que dispõe: 1.814 trabalhadores contratados sem concurso público, dos quais apenas 795 trabalhariam efetivamente na varrição das ruas, capina, raspagem e pintura de meio-fio, limpeza de prédios municipais e de canais.