Ruy Carneiro, Eleições, Pista de Gelo e Armando Abílio

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O secretário Ruy Carneiro já decolou seu projeto de ser deputado federal em 2010. Nestas andanças, já começou a criar desentendimentos entre as próprias correntes. Fogo amigo?

Ruy visitou a cidade de Santa Rita e desfilou com o empresário Reginaldo Pereira que já foi candidato a prefeito daquela cidade por 6 vezes, e feito o Vasco da Gama, perdeu todas.

O que Ruy não calculou foi que o presidente eleito da câmara, Zé Paulo é vereador eleito pelo PTB de Abílio e o perdedor Ednaldo Edelícia (PR) faz parte da base de sustentação de Reginaldo Pereira (PTB).

Ruy deu entrevista e anunciou dobradinha para 2010 com Reginaldo Pereira do PTB. Quem não gostou foi o deputado federal Armando Abílio, presidente estadual do PTB.
Abílio avisou que expulsará Reginaldo.


Escute Ruy Carneiro....

Agora escute Armado Abílio

Sobre o Festival de Inverno, ops, de Verão, vou dedicar uma postagem completa.
Não consigo captar essa pista de patinação no gelo em pleno Verão. Acho uma atitude esnobe, um deboche para um estado tão pobre como a Paraíba.

Deixa comigo, me aguardem!

Índios invadem casa da irmã do senador José Maranhão

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Deu no blog do Dércio
www.dercio.com.br

Os índios Potiguaras da Baia da Traição invadiram 52 mansões construídas em terras indígenas na bela praia de Coqueirinho. O detalhe é que entre essas construções irregulares estava a suntuosa casa da prefeita eleita de Araruna Wilma Maranhão, irmã do senador Maranhão. Ciceroneado pelo cacique Natan visitei o imóvel e fiquei impressionado, pois até gerador de energia tem. A retomada das mansões ocorreu após 16 anos de batalha na Justiça e os índios ocuparam as casas com tudo que tinha dentro. As terras Potiguaras somam cerca de 30 mil hectares e são povoadas por 23 aldeias. A Funai monitora aquele paraíso que também deveria ser melhor explorado pelo turismo ecológico. O cacique Natan é a favor da instalação de resorts e quer fazer parcerias com o SEBRAE para otimizar o potencial do artesanato e da culinária típica. Só não aceita invasão de terra e depredação da natureza. Ele me disse que a preocupação hoje é com a geração de emprego e renda para cerca de 14 mil índios. Quem conhece a Baia sabe que sua beleza natural é superior aos principais points do Nordeste.

Revista Veja - 07 Janeiro 2009

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Em João Pessoa quem não é Coutinho, é Coitadinho !!!!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Dizia o velho Clilson que essa administração, às vezes e em alguns aspectos faz lembrar Hamlet: uma semelhança que age na loucura real e na loucura fingida, do sofrimento opressivo à raiva fervorosa. Este jeito de governar para meu pai era um fotograma, não de paisagem bucólica, mas da realidade perversa, da maldade crescente e da loucura entediante.

Ricardo Coutinho está certo. Contratar “Cori-Coutinho” é legal.

Ricardo se apega a tal súmula vinculante que ocorreu a partir do julgamento de uma ação relatada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que examinou casos específicos de contratação do secretário municipal de Saúde, Elias de Souza, e do motorista em Água Nova (RN), Francisco de Souza. Ambos eram parentes de um vereador e vice-prefeito.

Quanto ao princípio da moralidade neste caso, o Mago não está nem ai! Na sua sapiência e de seu coletivo, admiti-se duas formas de nepotismo: uma perniciosa à vida da administração pública, por ser imoral ilegítima e ofensiva aos princípios constitucionais e outra perfeitamente lícita, compatível com tais princípios.

Só na cabeça de Mago é possível dividir o nepotismo em duas categorias opostas quanto ao conteúdo ético da conduta para classificá-lo em “o nepotismo que pode”, porque conforme à ética e ao direito e “nepotismo que não pode”, porque contrário à moral e à própria lei.

Nomear filhos, irmãos, cônjuges, pais e cunhados para os cargos do primeiro escalão da administração pública, além de ser uma prática covarde, apresenta um maior grau de imoralidade e de perniciosidade. Ao nomear “CORI”, que é membro do clã familiar dos Coutinhos em um cargo de provimento da EMLUR sem concurso público, além do seu caráter imoral, a ausência do requisito da impessoalidade na escolha, é a que mais profundamente ofende os princípios da eficiência e da igualdade.

A mesma prática repudiada fez Cássio Cunha Lima nomear o pai Ronaldo para secretaria extraordinária em Brasília.

É fato público e notório que o critério de escolha não é a capacidade, nem a aptidão para o trabalho, mas a identidade de sangue que corre nas veias do mandatário e de seus parentes protegidos. É como se ele dissesse que não existe ninguém mais competente, honesto e preparado que seu próprio parente.

Todos os dias lembro a frase do velho Clilson que morreu no dia 1º de maio de 2008.