O Calote - Parte I

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR E GUARDAR


O vereador Watteau Rodrigues, não tem papas na língua, e diz o que acha, mesmo quando solta seu fogo amigo e cobra no ar o prefeito Ricardo Coutinho, solução para um calote dado em João do Rick Som. Como dizia Luis Otávio: "O Que me lasca é minha memória", posso hoje dizer: "O que me lasca é meu HD", pois tenho o hábito de guardar tudo. O áudio é histórico e o programa, Correio Debate que escuto diariamente.Um ouvinte entra no ar e faz a seguinte pergunta ao vereador do Partido Comunista Watteau Rodrigues:

Ouvinte -
Eu queria que o vereador pudesse explicar para toda Paraíba e João Pessoa... sobre uma sindicância na Prefeitura de João Pessoa investigando o vereador sobre uma dívida de 40 mil reais com o empresário João do Rick Som. Queria saber se o vereador pode explicar isso para gente, boa tarde !

Na bucha o vereador assume a dívida e vai mais além: Confirma que foi aberta uma sindicância para saber por que não havia sido pago, já que o evento foi realizado, o prefeito Ricardo foi ao evento, inclusive, faturou politicamente (palavra de Watteau). No ar, Watteau assume o compromisso de cobrar do Prefeito Ricardo Coutinho o calote que já ultrapassa 600 dias.

O processo da comissão de sindicância que o ouvinte se refere, é o que apura o débito da Prefeitura Municipal de João Pessoa com a firma VIPROART (Vital Gonçalves Cavalcanti – ME) no valor de R$ 40.000,00 por ocasião do evento “Festival de Esportes 2006” realizado no Busto de Tamandaré
Números dos Processos: 043989/2006 e 058842/2006.

Escute o audio e comente:
Política - Entrevista com Watteau Rodrigues




Sucessão Municipal

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

" clique na imagem para ampliar"

"Nunca na história deste país companheiro, se viu tanta indecisão..." (Dr. Lula)
Quem vai enfrentar Ricardo Coutinho nas eleições de outubro ? Parece que é coisa para "Mãe Diná" revelar. Finalmente, quem será o nome da oposição? Esse moído todo, esse gueri-gueri cada vez mais confirma que a oposição ta mesmo é batendo pino e com aquilo abrindo e fechando. Já que os partidos não apontam ninguém, eu colocaria como candidata, uma mulher de fibra para enfrentar o Mago. Lurdí Jipão - 40 anos de cabaré e não se troca por muitos machos. Lurdí Jipão mora em Mangabeira 25 e se diz a candidata dos moto-taxistas, motoristas de ônibus, donos de fiteiros, alternativos, agentes de saúde e todos os descamisados e descamisadas. Na sua opinião, Lurdí Jipão pode bater o Mago em outubro ?

HOJE É DOMINGO...

domingo, 17 de fevereiro de 2008

" clique na imagem para ampliar"

Com a decisão do Presidente da Câmara da capital em restringir os debates em plenário, alguns vereadores não sabem o que fazer daqui pra frente. Na sua opinião, os vereadores devem debater o que?
(1) Olimpíadas Pequim 2008
(02) Campeonato Paraibano de Futebol
(03) Quem vai ganhar o Big Brother 8
(04) Colocar somente nomes de ruas até cansar
(05) Distribuir título de cidadão Pessoense
(06) Outra sugestão

“A Máfia do Lixo” PARTE I

sábado, 16 de fevereiro de 2008

O mundo do lixo, licitações fraudulentas e irregulares, contratos superfaturados ou não executados e troca de favores no jogo político são vícios comuns na prestação terceirizada de serviços de limpeza urbana. Aproximação de empresas com poder público alimenta esse círculo, que estende sua área de abrangência também pela Paraíba.

Repetições de licitações viciadas ou a própria dispensa de licitação, superfaturamento, não-execução de contratos e barganha política, a partir do financiamento de campanhas eleitorais pelas empresas de limpeza urbana, são fatos comuns na prestação de serviços na área de lixo. O argumento da urgência ambiental derruba licitações. O lobby e a permissividade com o poder público resultam em concorrências dirigidas, vencidas por quem está na área há mais tempo.

A dificuldade de provar a coleta, a varrição e os preços cobrados (o peso do lixo aumenta 40% com as chuvas, por exemplo), associada às dotações orçamentárias milionárias, favorece o superfaturamento dos contratos. Esses mesmos contratos deixam de ser executados em conformidade com os pagamentos efetuados por causa da fiscalização ineficaz.

Ao mesmo tempo, as empresas sabem como ganhar vantagem no jogo político, atacando numa das principais frentes: as campanhas eleitorais. Nas eleições de 2002 e 2004, quatro das maiores empresas que atuam no País irrigaram R$ 9,75 milhões nas campanhas de diversos partidos. E isso com base apenas na declaração oficial feita ao Tribunal Superior Eleitoral.

Vale a pena ler o livro “Al Kartell” do Ênio Noronha ou visitar o portal do www.mafiadolixo.com.br que por ironia do destino cita a cidade de João Pessoa como rota desta ação mafiosa imunda.

Clilson Júnior
( pode copiar, reproduzir desde que cite a fonte - http://manchetepb.blogspot.com/ )